Beleza, saúde e bem-estar são neste século as condições mais procuradas pelas pessoas. Parece que vivemos num mundo que cultiva a aparência física.
Será que a função da esteticista é apenas tratar o “invólucro” da pessoa?
Felizmente, existem muitos profissionais que se preocupam com a sua cliente numa perspectiva mais global. As pessoas estão a ficar mais despertas para a necessidade de equilíbrio entre a dimensão física e espiritual.Várias pessoas sofrem de perturbação depressiva reactiva com ansiedade generalizada, por terem visto falhar um forte investimento emocional e monetário, no sentido de melhorarem o seu visual, quer em dietas, tratamentos e mesmo cirurgia estética. Viram-se assim, ainda mais frustradas e com auto-estima ainda mais reduzida, porque não deram importância à vertente mental e espiritual. Convém lembrar que muitas vezes atrás da procura da beleza estão questões profundamente psicológicas, como a depressão e a ansiedade, que somadas à insatisfação levam a pessoa a tentar reformar a sua “arquitectura corporal”, pedindo ao profissional de estética o possível e o impossível… Uma pessoa que se aceita a si mesma, que encontra valores dentro de si, que se sente digna e importante, encontrará sem dúvidas na estética um complemento, um reforço para se sentir ainda melhor. Hoje constatamos que a beleza e saúde se associam… Partindo da premissa que o corpo saudável é belo e que o belo é sinal de saúde, quando surge qualquer sinal de desequilíbrio entre estes a auto-estima, de que tanto se fala, fica comprometida. Portanto, Não devemos esquecer que a beleza é harmonia entre as partes e que não adianta ter um físico perfeito se não se estiver bem emocionalmente e espiritualmente.
terça-feira, 28 de abril de 2009
A estética como “terapia da alma”.
Publicada por Terapeuta Holística



